Junto com o jornalista Anthony Bozza, Slash fala de sua infância conturbada após a separação dos pais (inclusive ele conta do romance de sua mãe com David Bowie) e sua ligação com mundo da arte e da música; depois fala de sua adolescência, dos pegas de bicicleta e da descoberta das drogas e da paixão pela guitarra, o que iria mudar sua vida dali pra frente.
Para acabar com a ávida curiosidade dos fãs, Slash conta todo o começo do Guns, os problemas para achar um vocalista, as loucuras e, principalmente, a relação de amor e ódio que teve durante anos com Axl Rose. Tudo isso, em uma linguagem simples e deliciosa, que faz com que você se sinta íntimo desse cara e que, assim que termine de ler este ou aquele capítulo, dê uma vontade incrível de ouvir um CD (como estou velha! Serve a playlist do Spotify também!) da banda.
Uma biografia como há muito não se via no rock. O livro pode parecer grande, mas, quando terminar, você vai achar que se tivesse mais mil páginas, seria ótimo do mesmo jeito!
Ave, Saul!
PS.: Conheci o Velvet Revolver somente após ler o livro e, assim como a obra escrita, recomendo o som dos caras! Muito bom!
Ficha técnica:
Livro: Slash - Parece exagerado, mas não significa que não aconteceu
Autor: Anthony Bozza e Saul Hudson
Editora: Ediouro
Ano: 2008
Páginas: 446
Nota/Cotação: 5 de 5


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